Volto a discutir uma objecção já por mim abordada, mas que está a reclamar
alguns esclarecimentos mais. Como devemos estar lembrados, Sudre afirma que “os espíritas discutem sobre algumas categorias de fenómenos, em que se
entrincheiraram e que declaram inexplicáveis pelas teorias metapsíquicas”.
A tal respeito cumpre-me dizer que não somente deixa de ser exacto se trate
apenas de algumas categorias de manifestações, mas que a análise
comparada torna evidente que diversas manifestações metapsíquicas, de
ordinário anímicas, podem ser na realidade espíritas,
do mesmo modo que muitas manifestações, ordinariamente espíritas,
podem, não raro, ser de facto anímicas.
Com efeito, Animismo e Espiritismo representam
o duplo aspecto pelo qual se apresenta a mesma fenomenologia, que provém de uma
causa única, constituída pelo espírito humano, na sua dupla fase de existência:
a encarnada e a desencarnada.
Agora e, em harmonia com esta tese, devo lembrar que nas classificações dos
casos de identificação espírita se encontram numerosos episódios obtidos com a
ajuda de manifestações habitualmente anímicas, assim como que, sob o
ponto de vista rigorosamente científico, é relativamente raro que na categoria
das manifestações ordinariamente anímicas se possam encontrar incidentes
especiais que sejam cientificamente capazes de anular a explicação natural em
favor da probabilidade espírita. De qualquer modo e naquilo que
concerne à tese em apreciação, devo fazer notar, como observação teoricamente
importante, que uma coisa é reconhecer que se não devem ter em conta os casos
de identificação espírita que, mais ou menos bem, possam ser explicados
pela metagnomia e, que outra coisa, aliás muito diferente,
é pretender que todos os casos, mais ou menos bem explicados pela metagnomia,
devam constituir, em bloco, casos de metagnomia. Este último modo de ver é uma
pretensão gratuita e absurda dos nossos opositores, quando à análise comparada
dos factos deveria levar a uma conclusão diametralmente oposta. Daí
decorre que, sob o ponto de vista científico, devemos limitar-nos a afirmar
que, nas circunstâncias duvidosas, nos cumpre optar sempre pela hipótese menos
ampla que, no caso, é a da metagnomia. E, nesse pormenor, parece que
estamos todos de acordo.
Feita essa declaração de princípio, vou desenvolver a tese acima exposta,
demonstrando, no terreno dos factos, o motivo pelo qual devemos concluir que
uma percentagem considerável de casos supostos de metagnomia – ou de
criptestesia, se assim o quiserem – de facto não o são, embora cientificamente
ainda seja legítimo excluir, inexoravelmente, das provas de identificação
espírita os casos incertos.
O incidente, já referido, do não reconhecimento da Srta. Warner pela
personalidade medianímica de George Pelham proporciona
um bom exemplo para esclarecer a tese que sustento.
Neste incidente encontram-se, com efeito, os elementos necessários para
demonstrar, de um lado, que ele é incontestavelmente de natureza espírita e, de
outro, que, embora assim sendo, ele deveria ser classificado entre os
explicáveis pela metagnomia, se algumas circunstâncias de natureza colateral
houvessem faltado.
As circunstâncias colaterais, que o tornam invulnerável, são os trinta casos de
reconhecimento dos amigos vivos, por parte da personagem medianímica de George
Pelham. Se o incidente do não reconhecimento da Srta. Warner houvesse
sido um incidente insulado, teriam os opositores podido invocar a hipótese
conhecida da “telepatia ao lado”, segundo a qual muitas vezes os sensitivos
lêem com grande facilidade na subconsciência do consultante e
só muito dificilmente na mentalidade consciente do
mesmo. Assim, no caso da Srta. Warner, ter-se-ia podido dizer que
a médium em transe (i),
personificando o Espírito de George Pelham, não havia podido captar os
esclarecimentos necessários para uma mistificação porque
os consultantes os tinham presentes na mente, mas que, se não estivessem nisso
pensando, teria conseguido a médium tirá-los das respectivas subconsciências. Em
verdade, vê-se que esta explicação teria sido pesada a gancho de talho, mas,
em todo o caso, não seria possível de todo eliminá-la e o incidente em questão
estaria perdido para a classificação dos casos de identificação espírita. Mas,
felizmente, essa explicação especiosa não
pode prevalecer uma vez que do incidente negativo da Srta. Warner fazer parte
integrante uma série de trinta casos de completo conhecimento de
outros tantos amigos vivos do defunto comunicante, amigos que tinham
presente na mente os seus próprios nomes e qualidades, exactamente como a Srta.
Warner. Se tivessem, pois, a pretensão de aplicar a hipótese em
foco ao incidente do não reconhecimento da Srta. Warner, os trinta episódios
de completo reconhecimento ficariam então inexplicáveis.
Segue-se que esta admirável série de episódios colaterais não só serve para
anular a explicação sofística,
senão também para demonstrar como, praticamente, são duvidosas as pretensas
explicações naturais, tão ao sabor dos nossos opositores, explicações que se
não podem ser, de todo, eliminadas, 75 vezes sobre 100 pecam por falta de base,
como constantemente estão os factos a demonstrar.
Dentro em breve os pesquisadores providos de uma intuição realmente
científica hão de reconhecer que, para resolver o problema relativo à
génese subconsciente ou extrínseca dos casos de identificação espírita, o exame
de cada caso se impõe, acompanhado de análise meticulosa e inteligente de todos
os incidentes e de todos os elementos atinentes ao episódio, análise
que precisa ter em conta as condições dentro das quais se desenvolve e,
sobretudo, os característicos particulares da mediunidade através
da qual são obtidos. As teorias genéricas, preestabelecidas, totalizadoras, são
destituídas de qualquer valor.
Um segundo exemplo, em favor da mesma tese, pode ser tirado de um caso notável
de metagnomia, o famoso caso “Lerasle”, estudado pelo Dr. Osty (Annales des Sciences Psychiques, 1914, pág. 97, e 1916,
pág. 130.)
A 18 de Março de 1914, o Sr. Mirault, residente em Court-les-Barres (Cher),
preveniu o Dr. Osty de que havia mais de 15 dias se procurava,
infrutiferamente, um velho chamado Lerasle, que, tendo saído de casa para o seu
passeio diário, já não havia voltado. Os parentes e amigos, a princípio e,
depois cerca de oitenta pessoas, reunidas pelo prefeito da localidade, haviam
revistado cuidadosamente, durante vários dias consecutivos, os arredores, sem
resultado algum. Em tais circunstâncias, o Sr. Mirault enviava ao Dr. Osty um
lenço de seda (foulard), que pertencera ao velho, pedindo-lhe para, neste sentido,
consultar uma das suas sonâmbulas clarividentes. O Dr. Osty apresenta o lenço
à Sra. Morel, sem nada lhe indicar. A sonâmbula descreve
minuciosamente a pessoa do velho desaparecido, a maneira pela qual estava
vestido, a localidade em que morava, o caminho que havia percorrido pela
floresta, no dia do desaparecimento, declarando, enfim, que ela, aí, percebia o
cadáver, numa espessa moita à margem de um pequeno regato.
Organiza-se nova batida, orientada pelas informações dadas pela sonâmbula e,
logo se descobre o cadáver do velho Lerasle. Tudo o que a sonâmbula havia
afirmado e descrito era rigorosamente exacto, salvo o detalhe da posição do
corpo. Ela o via “deitado sobre o lado direito, com uma das pernas recolhidas”,
quando, na realidade, ele estava “deitado de costas, com ambas as pernas
estendidas”.
No decorrer das três consultas, feitas pelo Dr. Osty à
sonâmbula, este pormenor se apresenta sempre do mesmo modo.
Durante a segunda consulta, a sonâmbula havia acrescentado o seguinte detalhe:
Ele não se mete demasiado na floresta... sente-se doente, deita-se, adormece e
morre.
A persistência daquele pormenor, sempre integralmente repetido, nas três
consultas, deve ser retida como importante, por isso que, combinada com o que
consta da última frase, se reveste, como vou demonstrar, de grande
significação.
Cumpre-me observar que este episódio constitui um caso clássico de legítima
“metagnomia”, no qual não se nota qualquer indício aparente de intervenção
estranha à sonâmbula. Desde que procuremos, no entanto, encontrar a forma de
metagnomia que melhor se preste a explicá-lo, começamos logo a sentir a
dificuldade, diante do detalhe erróneo e três vezes repetido, que tende a
excluir todas as formas pelas quais se pode manifestar a metagnomia
propriamente dita. E, se não, vejamos.
Temos de rejeitar, in limine, a hipótese de um fenómeno de “visão à
distância”, inadmissível, no caso. De facto, o erro de visão em que três vezes
incide a sonâmbula, percebendo o cadáver deitado sobre o flanco
direito, com uma das pernas recolhida, quando ele estava deitado de
costas, com ambas as pernas estendidas, vem mostrar, de modo decisivo, não
se poder tratar dessa hipótese.
Devemos também excluir a da exteriorização do “corpo fluídico” da sonâmbula,
que, em tais condições, não poderia deixar de ter visto o cadáver na posição em
que, de facto, estava.
Do mesmo modo somos obrigados a afastar a da “telestesia”, por isso que se o
objecto entregue à sonâmbula houvesse servido para estabelecer a “relação
psicométrica” entre ela e o cadáver, este deveria por ela ter sido percebido na
posição em que realmente se encontrava.
Não poderemos também apelar para a “memória das coisas” (psicometria ou
metagnomia táctil), porque no lenço que havia pertencido ao defunto não poderia
existir qualquer vestígio de acontecimentos ocorridos depois de
ter sido ele, pela última vez, usado pelo dono; enquanto que a outra
circunstância – a dos parentes e amigos que, nesse sentido, tudo ignoravam –
serve também para eliminar a outra hipótese, de uma suposta “relação psíquica”
estabelecida entre a consciência da sonâmbula e a de um vivo ao corrente do
facto, de toda a gente desconhecido.
Teremos, pois, de nos contentar com a hipótese “psicométrico-espírita”, segundo
a qual a influência contida no lenço que pertencera ao velho
Lerasle teria servido para estabelecer o “contacto” com o Espírito do morto,
pondo-o em condições de transmitir à sonâmbula uma sucessão de imagens
pictográficas, destinadas a revelar a triste história do seu último passeio,
guiando-a assim à descoberta do cadáver. Ora, é nesse momento,
precisamente, que o erro, três vezes repetido, se transforma numa prova
indutiva admirável em favor da interpretação espírita. Com efeito, na hipótese
de o informador da vidente ser o Espírito do morto, tudo leva a crer que a
imagem pictográfica errónea por ela percebida era, na realidade, transmitida
pelo morto, como recordação derradeira do momento em que, tendo-se deitado do
lado direito e adormecido, com uma das pernas recolhida, passou do sono à
morte. E lógico é de supô-lo, não só porque deitar-se do lado direito é a
posição natural, para os que se dispõem a dormir, senão também porque tudo leva
a crer que os movimentos espasmódicos da agonia tenham modificado a posição do
corpo do moribundo, que acabou por se virar de costas, posição de equilíbrio
estável, em que acaba por se inteiriçar um corpo agitado por movimentos
convulsivos. Ora, quando essa mudança de posição se deu, o moribundo devia
encontrar-se já em estado de coma, sem que, portanto, o Espírito se pudesse
lembrar desse incidente mínimo. Nada mais natural, pois, que ele transmitisse à
sonâmbula a imagem pictográfica do seu corpo deitado sobre o flanco direito,
com uma perna recolhida, imagem verídica da sua última lembrança de vida
terrestre.
É, pois, certo que, se acolhermos esta versão (única verosímil e única capaz de
explicar o facto), o erro de visão em que caiu a sonâmbula se transforma em
excelente prova a favor da tese por nós sustentada da provável intervenção
estranha ao sensitivo, em muitos casos, mesmo, de suposta “metagnomia táctil”.
Um terceiro exemplo em favor da mesma tese é oferecido por um caso assaz
conhecido e de palpitante oportunidade. A ele me referi, in extenso,
na monografia que publiquei sobre Os Enigmas da Psicometria.
Relata-o o próprio protagonista, Hugh Juner Browne, banqueiro australiano, que
teve a infelicidade de perder os dois filhos durante um passeio por eles
empreendido, num iate, ao longo da costa de Melbourne.
Não os vendo voltar, encheram-se de apreensões, ele e a esposa e, recorreram ao
célebre médium curador, George Spriggs, para obterem informações.
Narra Hugh Browne:
“O médium chegou às 8 horas da manhã, tomou a mão de minha mulher e caiu, pouco
depois, em sono medianímico. Perguntou então:
– Fizestes um passeio de mar?
Minha mulher respondeu negativamente e Spriggs continuou:
– Encontro uma grande depressão de espírito em relação com o mar. Durante a
noite estivestes muito agitada e chorastes (isto é verdade).
Completou o seu diagnóstico e terminou repetindo: – A vossa perturbação
relaciona-se com o mar.
Só então fiz uma ligeira referência ao que nos preocupava, perguntando:
– Percebeis algum naufrágio?
Ao que o médium, sempre em transe, respondeu:
– Eu não posso ver se eles se encontram no mundo dos Espíritos, mas se
me derdes um objecto qualquer, que lhes pertença, pelo qual me possa orientar,
então eu os poderei encontrar.
Peguei um canhenho que pertenceu a um e ao outro dos meus filhos
e lho entreguei. Começou ele imediatamente nestes termos:
– Vejo-os em uma pequena embarcação na curva de um rio, com uma grande vela e
outra pequena abertas ao vento...”
Para não ser demasiado extenso, interrompo aqui a transcrição do texto, fazendo
apenas notar que o médium produziu uma descrição minuciosa e completa de todos
os acontecimentos ocorridos no passeio, até ao momento do naufrágio, descrição
essa mais tarde confirmada pelas investigações feitas pelo pai. Um dos filhos
de Browne manifestou-se, em seguida, pelo médium, fornecendo informações
ulteriores ao drama. Entre outras a de ter o corpo do seu irmão sido
horrivelmente mutilado por um tubarão, que lhe arrancara um dos braços até a
espádua; foi isto confirmado de um modo surpreendente, pois que um tubarão,
então capturado por acaso, tinha ainda no ventre o braço de Hugh, com uma parte
do colete, o relógio e algumas moedas. Os ponteiros do relógio estavam parados
nas 9 horas, hora indicada pelo médium como sendo a do naufrágio.
Tal é a parte essencial do acontecimento trágico, que mergulhou em luto a
família Browne. Voltando, agora, ao nosso ponto de vista, convém destacar a
circunstância, teoricamente notável, de o médium, não obstante segurar
a mão da Sra. Browne entre as suas, nada ter podido descobrir relativamente
à sorte dos seus dois filhos, enquanto não lhe foi entregue o canhenho por
eles usado. Esse contraste episódico torna evidente, mais do que nunca,
que o verdadeiro fim do objecto psicométrico (psicometrado) é o de estabelecer
uma relação entre o sensitivo e a pessoa viva ou morta, ligada fluidicamente ao
objecto e, faz ressaltar, sobretudo, a condenação de uma hipótese, afagada
pelo Dr.
Osty, segundo a qual os parentes, os amigos e os conhecidos transmitiriam
telepaticamente todos os acontecimentos de suas respectivas vidas aos parentes,
amigos ou conhecidos, acontecimentos que ficariam gravados de um modo indelével
na subconsciência destes últimos, onde os sensitivos os iam buscar, dando a
ilusão das comunicações com os mortos. Ora, a circunstância acima
refuta, de modo peremptório, tal hipótese, pois se o médium, mesmo conservando,
entre as suas, a mão da Sra. Browne, nada conseguiu saber sobre a sorte dos
rapazes, mostra isto que a subconsciência desta nada havia recebido pela
telepatia sobre o drama. E de modo tanto mais evidente que, a esta prova
negativa, sucedia a contraprova positiva, do médium que tudo revelava, desde
que a influência dos dois mortos, contida no objecto, o tornou capaz de ir
beber alhures as informações pedidas. De onde as havia ele tirado? A
procurá-lo, seguindo o método científico de eliminação gradual das hipóteses
insustentáveis, eis o que resultaria. O médium não podia tirar do canhenho fios
elucidadores sobre o drama ocorrido depois que os dois rapazes
tinham partido, para não mais voltarem e, por conseguinte, depois de,
pela última vez, se haverem utilizado do canhenho indicador. A circunstância a
que me referi acima mostra que o médium não as hauriu da subconsciência dos
pais. Ele não as podia desentranhar da subconsciência de nenhuma pessoa viva,
já que o naufrágio não teve testemunhas. Donde se segue que a “influência”
contida no canhenho havia servido apenas para estabelecer o contacto entre o
médium e as personalidades desencarnadas daqueles que o tinham usado, conforme
havia afirmado o médium em transe. Foi isso confirmado pelas comunicações
medianímicas que se seguiram à análise psicométrica, pelas quais os filhos
falecidos se manifestaram, através do médium, fornecendo novos detalhes sobre o
drama, de que haviam sido vítimas e, entre estes, o do incidente autêntico e
teoricamente muito importante, qual o de haver um tubarão mutilado o cadáver de
um deles.
Tais são as deduções rigorosamente lógicas que ressaltam dos factos e, como não
existam a explicá-los outras hipóteses, devemos necessariamente concluir que
este terceiro exemplo contribui, com os demais, para demonstrar que, se
analisarmos com um critério investigador mais penetrante os casos clássicos de
pretendida “metagnomia”, cuja génese pareceria dever ser atribuída
exclusivamente às faculdades supranormais da subconsciência humana, chegaremos,
não raro, a conclusões nitidamente espíritas. E isso por circunstâncias
certamente pouco nítidas e dificilmente notáveis, que são, todavia,
teoricamente preciosas, visto não encontrarem explicação em nenhuma hipótese
natural.
É preciso que os nossos opositores o não esqueçam; é preciso, sobretudo,
que Sudre disto
se lembre sempre, mesmo porque, formalmente, o aconselho a tomar em
consideração os episódios que acabo de expor, para depois refutar as conclusões
a que cheguei, se lhe for possível a prebenda.
/…
(*) metagnomia – em metapsíquica (ver fonte ←),
termo usado por alguns autores para indicar o que hoje se chama
comummente; conhecimento paranormal ou percepção
extra-sensorial e, também como sinónimo do termo tradicional de clarividência. Nota
desta publicação.
(Nesta obra, de natureza puramente científica, Bozzano faz uma minuciosa
análise com o objectivo de refutar a obra anti-espírita de René Sudre,
“Introdução ao Estudo da Metapsíquica". Desenvolvendo argumentação
insofismável sobre aparições junto do leito de morte, fenómenos de
materialização e outros, o autor demonstra que a “prosopopese-metagnomia”,
hipótese fundamental sustentada por Sudre, para explicar as manifestações
metapsíquicas de efeitos inteligentes, de modo algum atinge o fim que teve em
vista o autor.)
Ernesto Bozzano (1862-1943) (i), A propósito da Introdução à Metapsíquica
Humana, Refutação do livro de René Sudre – Título
Original em Italiano; Ernesto Bozzano - Per la difesa dello
spiritismo (A proposito della "Introduction à la
Métapsychique Humaine" di René Sudre) Società Editrice Partenopea, Napoli
(1927); IV – Metagnomia e hipóteses espíritas, 4º fragmento
desta obra.
(imagem de contextualização: Puro aire, uma
pintura de Josefina Robirosa)

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