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domingo, 28 de dezembro de 2025

metapsíquica | humana


...metagnomia (clarividência,* ) 
e hipóteses espíritas

  Volto a discutir uma objecção já por mim abordada, mas que está a reclamar alguns esclarecimentos mais. Como devemos estar lembrados, Sudre afirma que “os espíritas discutem sobre algumas categorias de fenómenos, em que se entrincheiraram e que declaram inexplicáveis pelas teorias metapsíquicas”.

  A tal respeito cumpre-me dizer que não somente deixa de ser exacto se trate apenas de algumas categorias de manifestações, mas que a análise comparada torna evidente que diversas manifestações metapsíquicas, de ordinário anímicas, podem ser na realidade espíritas, do mesmo modo que muitas manifestações, ordinariamente espíritas, podem, não raro, ser de facto anímicas.

  Com efeito, Animismo e Espiritismo representam o duplo aspecto pelo qual se apresenta a mesma fenomenologia, que provém de uma causa única, constituída pelo espírito humano, na sua dupla fase de existência: a encarnada e a desencarnada.

  Agora e, em harmonia com esta tese, devo lembrar que nas classificações dos casos de identificação espírita se encontram numerosos episódios obtidos com a ajuda de manifestações habitualmente anímicas, assim como que, sob o ponto de vista rigorosamente científico, é relativamente raro que na categoria das manifestações ordinariamente anímicas se possam encontrar incidentes especiais que sejam cientificamente capazes de anular a explicação natural em favor da probabilidade espírita. De qualquer modo e naquilo que concerne à tese em apreciação, devo fazer notar, como observação teoricamente importante, que uma coisa é reconhecer que se não devem ter em conta os casos de identificação espírita que, mais ou menos bem, possam ser explicados pela metagnomia e, que outra coisa, aliás muito diferente, é pretender que todos os casos, mais ou menos bem explicados pela metagnomia, devam constituir, em bloco, casos de metagnomia. Este último modo de ver é uma pretensão gratuita e absurda dos nossos opositores, quando à análise comparada dos factos deveria levar a uma conclusão diametralmente oposta. Daí decorre que, sob o ponto de vista científico, devemos limitar-nos a afirmar que, nas circunstâncias duvidosas, nos cumpre optar sempre pela hipótese menos ampla que, no caso, é a da metagnomia. E, nesse pormenor, parece que estamos todos de acordo.

  Feita essa declaração de princípio, vou desenvolver a tese acima exposta, demonstrando, no terreno dos factos, o motivo pelo qual devemos concluir que uma percentagem considerável de casos supostos de metagnomia – ou de criptestesia, se assim o quiserem – de facto não o são, embora cientificamente ainda seja legítimo excluir, inexoravelmente, das provas de identificação espírita os casos incertos.

  O incidente, já referido, do não reconhecimento da Srta. Warner pela personalidade medianímica de George Pelham proporciona um bom exemplo para esclarecer a tese que sustento.

  Neste incidente encontram-se, com efeito, os elementos necessários para demonstrar, de um lado, que ele é incontestavelmente de natureza espírita e, de outro, que, embora assim sendo, ele deveria ser classificado entre os explicáveis pela metagnomia, se algumas circunstâncias de natureza colateral houvessem faltado.

  As circunstâncias colaterais, que o tornam invulnerável, são os trinta casos de reconhecimento dos amigos vivos, por parte da personagem medianímica de George Pelham. Se o incidente do não reconhecimento da Srta. Warner houvesse sido um incidente insulado, teriam os opositores podido invocar a hipótese conhecida da “telepatia ao lado”, segundo a qual muitas vezes os sensitivos lêem com grande facilidade na subconsciência do consultante e só muito dificilmente na mentalidade consciente do mesmo. Assim, no caso da Srta. Warner, ter-se-ia podido dizer que a médium em transe (i), personificando o Espírito de George Pelham, não havia podido captar os esclarecimentos necessários para uma mistificação porque os consultantes os tinham presentes na mente, mas que, se não estivessem nisso pensando, teria conseguido a médium tirá-los das respectivas subconsciências. Em verdade, vê-se que esta explicação teria sido pesada a gancho de talho, mas, em todo o caso, não seria possível de todo eliminá-la e o incidente em questão estaria perdido para a classificação dos casos de identificação espírita. Mas, felizmente, essa explicação especiosa não pode prevalecer uma vez que do incidente negativo da Srta. Warner fazer parte integrante uma série de trinta casos de completo conhecimento de outros tantos amigos vivos do defunto comunicante, amigos que tinham presente na mente os seus próprios nomes e qualidades, exactamente como a Srta. Warner. Se tivessem, pois, a pretensão de aplicar a hipótese em foco ao incidente do não reconhecimento da Srta. Warner, os trinta episódios de completo reconhecimento ficariam então inexplicáveis. Segue-se que esta admirável série de episódios colaterais não só serve para anular a explicação sofística, senão também para demonstrar como, praticamente, são duvidosas as pretensas explicações naturais, tão ao sabor dos nossos opositores, explicações que se não podem ser, de todo, eliminadas, 75 vezes sobre 100 pecam por falta de base, como constantemente estão os factos a demonstrar.

  Dentro em breve os pesquisadores providos de uma intuição realmente científica hão de reconhecer que, para resolver o problema relativo à génese subconsciente ou extrínseca dos casos de identificação espírita, o exame de cada caso se impõe, acompanhado de análise meticulosa e inteligente de todos os incidentes e de todos os elementos atinentes ao episódio, análise que precisa ter em conta as condições dentro das quais se desenvolve e, sobretudo, os característicos particulares da mediunidade através da qual são obtidos. As teorias genéricas, preestabelecidas, totalizadoras, são destituídas de qualquer valor.

  Um segundo exemplo, em favor da mesma tese, pode ser tirado de um caso notável de metagnomia, o famoso caso “Lerasle”, estudado pelo Dr. Osty (Annales des Sciences Psychiques, 1914, pág. 97, e 1916, pág. 130.)

  A 18 de Março de 1914, o Sr. Mirault, residente em Court-les-Barres (Cher), preveniu o Dr. Osty de que havia mais de 15 dias se procurava, infrutiferamente, um velho chamado Lerasle, que, tendo saído de casa para o seu passeio diário, já não havia voltado. Os parentes e amigos, a princípio e, depois cerca de oitenta pessoas, reunidas pelo prefeito da localidade, haviam revistado cuidadosamente, durante vários dias consecutivos, os arredores, sem resultado algum. Em tais circunstâncias, o Sr. Mirault enviava ao Dr. Osty um lenço de seda (foulard), que pertencera ao velho, pedindo-lhe para, neste sentido, consultar uma das suas sonâmbulas clarividentes. O Dr. Osty apresenta o lenço à Sra. Morel, sem nada lhe indicar. A sonâmbula descreve minuciosamente a pessoa do velho desaparecido, a maneira pela qual estava vestido, a localidade em que morava, o caminho que havia percorrido pela floresta, no dia do desaparecimento, declarando, enfim, que ela, aí, percebia o cadáver, numa espessa moita à margem de um pequeno regato.

  Organiza-se nova batida, orientada pelas informações dadas pela sonâmbula e, logo se descobre o cadáver do velho Lerasle. Tudo o que a sonâmbula havia afirmado e descrito era rigorosamente exacto, salvo o detalhe da posição do corpo. Ela o via “deitado sobre o lado direito, com uma das pernas recolhidas”, quando, na realidade, ele estava “deitado de costas, com ambas as pernas estendidas”.

  No decorrer das três consultas, feitas pelo Dr. Osty à sonâmbula, este pormenor se apresenta sempre do mesmo modo.

  Durante a segunda consulta, a sonâmbula havia acrescentado o seguinte detalhe: Ele não se mete demasiado na floresta... sente-se doente, deita-se, adormece e morre.

  A persistência daquele pormenor, sempre integralmente repetido, nas três consultas, deve ser retida como importante, por isso que, combinada com o que consta da última frase, se reveste, como vou demonstrar, de grande significação.

  Cumpre-me observar que este episódio constitui um caso clássico de legítima “metagnomia”, no qual não se nota qualquer indício aparente de intervenção estranha à sonâmbula. Desde que procuremos, no entanto, encontrar a forma de metagnomia que melhor se preste a explicá-lo, começamos logo a sentir a dificuldade, diante do detalhe erróneo e três vezes repetido, que tende a excluir todas as formas pelas quais se pode manifestar a metagnomia propriamente dita. E, se não, vejamos.

  Temos de rejeitar, in limine, a hipótese de um fenómeno de “visão à distância”, inadmissível, no caso. De facto, o erro de visão em que três vezes incide a sonâmbula, percebendo o cadáver deitado sobre o flanco direito, com uma das pernas recolhida, quando ele estava deitado de costas, com ambas as pernas estendidas, vem mostrar, de modo decisivo, não se poder tratar dessa hipótese.

  Devemos também excluir a da exteriorização do “corpo fluídico” da sonâmbula, que, em tais condições, não poderia deixar de ter visto o cadáver na posição em que, de facto, estava.

  Do mesmo modo somos obrigados a afastar a da “telestesia”, por isso que se o objecto entregue à sonâmbula houvesse servido para estabelecer a “relação psicométrica” entre ela e o cadáver, este deveria por ela ter sido percebido na posição em que realmente se encontrava.

  Não poderemos também apelar para a “memória das coisas” (psicometria ou metagnomia táctil), porque no lenço que havia pertencido ao defunto não poderia existir qualquer vestígio de acontecimentos ocorridos depois de ter sido ele, pela última vez, usado pelo dono; enquanto que a outra circunstância – a dos parentes e amigos que, nesse sentido, tudo ignoravam – serve também para eliminar a outra hipótese, de uma suposta “relação psíquica” estabelecida entre a consciência da sonâmbula e a de um vivo ao corrente do facto, de toda a gente desconhecido.

  Teremos, pois, de nos contentar com a hipótese “psicométrico-espírita”, segundo a qual a influência contida no lenço que pertencera ao velho Lerasle teria servido para estabelecer o “contacto” com o Espírito do morto, pondo-o em condições de transmitir à sonâmbula uma sucessão de imagens pictográficas, destinadas a revelar a triste história do seu último passeio, guiando-a assim à descoberta do cadáver. Ora, é nesse momento, precisamente, que o erro, três vezes repetido, se transforma numa prova indutiva admirável em favor da interpretação espírita. Com efeito, na hipótese de o informador da vidente ser o Espírito do morto, tudo leva a crer que a imagem pictográfica errónea por ela percebida era, na realidade, transmitida pelo morto, como recordação derradeira do momento em que, tendo-se deitado do lado direito e adormecido, com uma das pernas recolhida, passou do sono à morte. E lógico é de supô-lo, não só porque deitar-se do lado direito é a posição natural, para os que se dispõem a dormir, senão também porque tudo leva a crer que os movimentos espasmódicos da agonia tenham modificado a posição do corpo do moribundo, que acabou por se virar de costas, posição de equilíbrio estável, em que acaba por se inteiriçar um corpo agitado por movimentos convulsivos. Ora, quando essa mudança de posição se deu, o moribundo devia encontrar-se já em estado de coma, sem que, portanto, o Espírito se pudesse lembrar desse incidente mínimo. Nada mais natural, pois, que ele transmitisse à sonâmbula a imagem pictográfica do seu corpo deitado sobre o flanco direito, com uma perna recolhida, imagem verídica da sua última lembrança de vida terrestre.

  É, pois, certo que, se acolhermos esta versão (única verosímil e única capaz de explicar o facto), o erro de visão em que caiu a sonâmbula se transforma em excelente prova a favor da tese por nós sustentada da provável intervenção estranha ao sensitivo, em muitos casos, mesmo, de suposta “metagnomia táctil”.

  Um terceiro exemplo em favor da mesma tese é oferecido por um caso assaz conhecido e de palpitante oportunidade. A ele me referi, in extenso, na monografia que publiquei sobre Os Enigmas da Psicometria. Relata-o o próprio protagonista, Hugh Juner Browne, banqueiro australiano, que teve a infelicidade de perder os dois filhos durante um passeio por eles empreendido, num iate, ao longo da costa de Melbourne.

  Não os vendo voltar, encheram-se de apreensões, ele e a esposa e, recorreram ao célebre médium curador, George Spriggs, para obterem informações. Narra Hugh Browne: 

  “O médium chegou às 8 horas da manhã, tomou a mão de minha mulher e caiu, pouco depois, em sono medianímico. Perguntou então:

  – Fizestes um passeio de mar?

  Minha mulher respondeu negativamente e Spriggs continuou:

  – Encontro uma grande depressão de espírito em relação com o mar. Durante a noite estivestes muito agitada e chorastes (isto é verdade).

  Completou o seu diagnóstico e terminou repetindo: – A vossa perturbação relaciona-se com o mar.

  Só então fiz uma ligeira referência ao que nos preocupava, perguntando:

  – Percebeis algum naufrágio?

  Ao que o médium, sempre em transe, respondeu:

  – Eu não posso ver se eles se encontram no mundo dos Espíritos, mas se me derdes um objecto qualquer, que lhes pertença, pelo qual me possa orientar, então eu os poderei encontrar.

  Peguei um canhenho que pertenceu a um e ao outro dos meus filhos e lho entreguei. Começou ele imediatamente nestes termos:

  – Vejo-os em uma pequena embarcação na curva de um rio, com uma grande vela e outra pequena abertas ao vento...”

  Para não ser demasiado extenso, interrompo aqui a transcrição do texto, fazendo apenas notar que o médium produziu uma descrição minuciosa e completa de todos os acontecimentos ocorridos no passeio, até ao momento do naufrágio, descrição essa mais tarde confirmada pelas investigações feitas pelo pai. Um dos filhos de Browne manifestou-se, em seguida, pelo médium, fornecendo informações ulteriores ao drama. Entre outras a de ter o corpo do seu irmão sido horrivelmente mutilado por um tubarão, que lhe arrancara um dos braços até a espádua; foi isto confirmado de um modo surpreendente, pois que um tubarão, então capturado por acaso, tinha ainda no ventre o braço de Hugh, com uma parte do colete, o relógio e algumas moedas. Os ponteiros do relógio estavam parados nas 9 horas, hora indicada pelo médium como sendo a do naufrágio.

  Tal é a parte essencial do acontecimento trágico, que mergulhou em luto a família Browne. Voltando, agora, ao nosso ponto de vista, convém destacar a circunstância, teoricamente notável, de o médium, não obstante segurar a mão da Sra. Browne entre as suas, nada ter podido descobrir relativamente à sorte dos seus dois filhos, enquanto não lhe foi entregue o canhenho por eles usado. Esse contraste episódico torna evidente, mais do que nunca, que o verdadeiro fim do objecto psicométrico (psicometrado) é o de estabelecer uma relação entre o sensitivo e a pessoa viva ou morta, ligada fluidicamente ao objecto e, faz ressaltar, sobretudo, a condenação de uma hipótese, afagada pelo Dr. Osty, segundo a qual os parentes, os amigos e os conhecidos transmitiriam telepaticamente todos os acontecimentos de suas respectivas vidas aos parentes, amigos ou conhecidos, acontecimentos que ficariam gravados de um modo indelével na subconsciência destes últimos, onde os sensitivos os iam buscar, dando a ilusão das comunicações com os mortos. Ora, a circunstância acima refuta, de modo peremptório, tal hipótese, pois se o médium, mesmo conservando, entre as suas, a mão da Sra. Browne, nada conseguiu saber sobre a sorte dos rapazes, mostra isto que a subconsciência desta nada havia recebido pela telepatia sobre o drama. E de modo tanto mais evidente que, a esta prova negativa, sucedia a contraprova positiva, do médium que tudo revelava, desde que a influência dos dois mortos, contida no objecto, o tornou capaz de ir beber alhures as informações pedidas. De onde as havia ele tirado? A procurá-lo, seguindo o método científico de eliminação gradual das hipóteses insustentáveis, eis o que resultaria. O médium não podia tirar do canhenho fios elucidadores sobre o drama ocorrido depois que os dois rapazes tinham partido, para não mais voltarem e, por conseguinte, depois de, pela última vez, se haverem utilizado do canhenho indicador. A circunstância a que me referi acima mostra que o médium não as hauriu da subconsciência dos pais. Ele não as podia desentranhar da subconsciência de nenhuma pessoa viva, já que o naufrágio não teve testemunhas. Donde se segue que a “influência” contida no canhenho havia servido apenas para estabelecer o contacto entre o médium e as personalidades desencarnadas daqueles que o tinham usado, conforme havia afirmado o médium em transe. Foi isso confirmado pelas comunicações medianímicas que se seguiram à análise psicométrica, pelas quais os filhos falecidos se manifestaram, através do médium, fornecendo novos detalhes sobre o drama, de que haviam sido vítimas e, entre estes, o do incidente autêntico e teoricamente muito importante, qual o de haver um tubarão mutilado o cadáver de um deles.

  Tais são as deduções rigorosamente lógicas que ressaltam dos factos e, como não existam a explicá-los outras hipóteses, devemos necessariamente concluir que este terceiro exemplo contribui, com os demais, para demonstrar que, se analisarmos com um critério investigador mais penetrante os casos clássicos de pretendida “metagnomia”, cuja génese pareceria dever ser atribuída exclusivamente às faculdades supranormais da subconsciência humana, chegaremos, não raro, a conclusões nitidamente espíritas. E isso por circunstâncias certamente pouco nítidas e dificilmente notáveis, que são, todavia, teoricamente preciosas, visto não encontrarem explicação em nenhuma hipótese natural.

  É preciso que os nossos opositores o não esqueçam; é preciso, sobretudo, que Sudre disto se lembre sempre, mesmo porque, formalmente, o aconselho a tomar em consideração os episódios que acabo de expor, para depois refutar as conclusões a que cheguei, se lhe for possível a prebenda.

/…
(*) metagnomia – em metapsíquica (ver fonte ), termo usado por alguns autores para indicar o que hoje se chama comummente; conhecimento paranormal ou percepção extra-sensorial e, também como sinónimo do termo tradicional de clarividênciaNota desta publicação.

(Nesta obra, de natureza puramente científica, Bozzano faz uma minuciosa análise com o objectivo de refutar a obra anti-espírita de René Sudre, “Introdução ao Estudo da Metapsíquica". Desenvolvendo argumentação insofismável sobre aparições junto do leito de morte, fenómenos de materialização e outros, o autor demonstra que a “prosopopese-metagnomia”, hipótese fundamental sustentada por Sudre, para explicar as manifestações metapsíquicas de efeitos inteligentes, de modo algum atinge o fim que teve em vista o autor.)

Ernesto Bozzano (1862-1943) (i)A propósito da Introdução à Metapsíquica Humana, Refutação do livro de René Sudre  Título Original em Italiano; Ernesto Bozzano - Per la difesa dello spiritismo (A proposito della "Introduction à la Métapsychique Humaine" di René Sudre) Società Editrice Partenopea, Napoli (1927); IV – Metagnomia e hipóteses espíritas, 4º fragmento desta obra.
(imagem de contextualização: Puro aire, uma pintura de Josefina Robirosa)

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